Perguntas que não se respondem com o intelecto — que se vivem, se sentem, se carregam na prática.
Na tradição Zen, um koan (公案) é uma questão ou situação paradoxal que o mestre coloca ao discípulo. Não tem resposta intelectual. O seu propósito é interromper o pensamento habitual e abrir uma via de compreensão directa.
As questões que se seguem não são koans formais — são questões abertas sobre a prática e a existência, inspiradas na tradição. Não as responda: leve-as consigo para o zafu.
"Qual era o teu rosto antes de os teus pais nascerem?"
"Quando sentas em silêncio, quem é que senta?"
"Se todos os fenómenos são impermanentes, o que é que permanece?"
"Um cão tem natureza de Buda? Mu."
O koan Mu, atribuído a Zhaozhou — talvez o mais estudado da tradição Zen.
"Qual é o som de uma mão a bater palmas?"
"Se o sofrimento vem do apego, porque é que praticas?"
"Neste preciso momento, o que falta?"
"Onde vas quando o Zazen termina?"
Tem uma questão que gostaria de colocar ao Mestre do dojo?
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